Eu tenho uma característica muito minha que é saber quando vou ficar chateada com alguma coisa, por antecipação. Conheço-me ao ponto de saber "bolas, disseram-me isto e não vou conseguir resistir. vou amuar." e isso acontece-me mesmo sabendo eu que é mesmo só isso: um amuo. Isto é, que não tenho razão nenhuma, sólida, para ficar chateada. Mas fico. Durante uns momentos pelo menos, depois passa-me. e o amuo vai embora da mesma forma, intempestiva, com que veio, com a diferença de que eu muitas vezes não dou conta que ele se está a ir, percebendo apenas quando, na realidade, ele já se foi.
Confuso? Pois, eu sei. Já tentei parar o processo de amuo, explicando-me que estou a ser inconsequente, que não tenho razão nenhuma, mas é imparável (até ver). Bem, tudo isto para dizer que amuei no sábado e que não me orgulho disso. Amuei, mais uma vez, sem razão e talvez esta tenha sido a vez mais infantil de todas. Tentei travar o amuo, mas não consegui. Amuei porque alguém me deu uma opinião sobre uma coisa em que estou envolvida, muito envolvida. Amuei porque achei arrogante e estúpido ouvir alguém criticar, sugerir, propor algo sobre algo que não conhece a fundo. Achei um abuso de autoridade. Quase. E senti-me pequena, irritantemente pequena, pouco capaz e 'desarmada' perante as palavras. Agora já passou. Saí de mim por um pouco e percebi o quão cheia de mim eu estava que se me toldavam a visão e as palavras certas.
Confuso? Pois, eu sei. Já tentei parar o processo de amuo, explicando-me que estou a ser inconsequente, que não tenho razão nenhuma, mas é imparável (até ver). Bem, tudo isto para dizer que amuei no sábado e que não me orgulho disso. Amuei, mais uma vez, sem razão e talvez esta tenha sido a vez mais infantil de todas. Tentei travar o amuo, mas não consegui. Amuei porque alguém me deu uma opinião sobre uma coisa em que estou envolvida, muito envolvida. Amuei porque achei arrogante e estúpido ouvir alguém criticar, sugerir, propor algo sobre algo que não conhece a fundo. Achei um abuso de autoridade. Quase. E senti-me pequena, irritantemente pequena, pouco capaz e 'desarmada' perante as palavras. Agora já passou. Saí de mim por um pouco e percebi o quão cheia de mim eu estava que se me toldavam a visão e as palavras certas.